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Do conceito ao ato

O que muda quando a identidade sai do conceito e vai para a prática?
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O que muda quando a identidade sai do conceito e vai para a prática?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Toda identidade no princípio foi um conceito de uma coisa que até então estava na nossa cabeça e ainda não era uma coisa pronta. Toda identidade já foi fruto da nossa imaginação que se tornou real a partir da percepção de que o que a gente imagina simboliza um projeto, uma ideia, um sonho que a gente tem, alguma coisa que precisa ser representada de forma imagética mais do que as palavras podem representar. A gente imagina coisas incríveis, mas esbarra na realidade da criação: muitas vezes, algumas coisas que a gente imaginou podem nem ser possíveis.

E aí a gente se depara com a realidade, que adora aprontar com a gente mais do que a própria imaginação apronta conosco, afinal de contas, a imaginação é o que a gente diria que é o desafio que a gente mesmo cria para aquilo que a gente quer muito tornar real. O que começa a tomar forma ainda não é o que a gente espera, por isso, a gente molda no processo de criação, que serve exatamente para isso: moldar a ideia que a gente acha que está pronta na nossa cabeça, mas quando a gente vê, a gente percebe que ainda precisa fazer um monte de coisas para que essa seja uma ideia real.

Nem sempre o que a gente idealiza é o que vai ser colocado em prática, afinal de contas, quando a gente tem o conceito de uma ideia, não imagina que muitas vezes, o processo real torna as coisas muitas vezes mais complexas do que as coisas que a gente gostaria de ver em forma. Não imagina o trabalho que dá. Porque tornar uma identidade que está na nossa cabeça e no conceito uma coisa real dá muito, mas muito trabalho. A gente quebra a cabeça muitas vezes para que o resultado seja próximo daquilo que até então era uma coisa da nossa cabeça. Se você já passou por isso alguma vez, deve saber do que eu estou falando.

E é isso que muda quando a identidade sai do conceito e vira prática: a percepção de viabilidade e realidade. Do que é possível para que o resultado que a gente espera seja perto daquilo que a gente imaginou. Muitas vezes a gente muda os planos que a gente tem e o processo de criação para poder trabalhar melhor as ideias que a gente tem sem que aquilo se descaracterize. Sabe que nem tudo pode ser possível, nem tudo pode ser viável, mas aqui que está o desafio da criatividade: o de tornar imaginação real com as ferramentas e recursos que você tem.

A ideia é sopro, mas o ato é o corpo que habita a calçada. Quando o conceito ganha as ruas, a identidade deixa de ser promessa para se tornar pulso. Do conceito ao ato, muita coisa acontece, e você nem imagina o trabalho de bastidores. É onde tudo toma forma e a gente entende o quão real e melhor que a encomenda podem ser os nossos sonhos, nossos objetivos, e principalmente, o que a gente tem em mente. Quando o resultado daquilo que um dia já foi imaginação é o que a gente espera, a gente se sente gratificado e pronto para os próximos desafios da imaginação, afinal de contas, sonhos não deixam de ser desafios.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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