Hoje foi dia de fazer as experiências do tempo. Por causa de um erro que eu cometi, dei um jeito de dar uma volta no tempo, coisa que eu sempre faço quando eu noto que eu errei em alguma coisa. O post de hoje que abre o tema das #SetePerguntas foi ao ar ontem como se fosse o último do tema anterior. Mas eu dei um jeito de resolver a parada – eu acho que eu sempre dou um jeito.
Algumas coisas eram simples de resolver, então eu pensei: porque eu não poderia adiantar logo essas coisas se eu estou com tempo para isso? Não quis tirar o post do ar. Resolvi a parada recolocando o post e trocando a arte. Adiantei outras coisas que em outros momentos podiam ser resolvidas para essa hora. Mas é nessa hora que eu quis compartilhar impressões sobre o tempo.
No fim das contas, tudo é tempo, tudo é assunto, tudo é crônica, e tudo é o mundo que se adapta. E eu estou firme e forte no propósito, afinal de contas, adversidades acontecem, e o resto é para se registrar na hora da errata, que existe exatamente para isso: justificar que algumas coisas não saíram como o combinado e explicar o que foi que aconteceu.
Contar histórias é sobre o agora. É sobre o que acontece. Muitas vezes a gente não gosta das histórias que chegam até nós, mas são as histórias, e elas simplesmente acontecem. A gente não pode simplesmente mudar o rumo por bel prazer. Precisa corrigir o que pode estar errado dentro das circunstâncias do momento. Mas sempre dentro do rumo da história.
A gente consegue dar uma volta no tempo quando as coisas parecem adversas. Mas no fim das contas, tudo dá certo, e a vida segue o seu fluxo. E você ganhou tempo para resolver mais coisas que precisavam ser resolvidas. É o que no fim das contas acontece. Talvez isso possa ser um exemplo para o futuro do fluxo de produtividade. E é isso que fica quando a gente tenta muitas vezes brigar com o tempo, sem saber o quão ele pode ser tão implacável.










