Que tipo de constância você quer enxergar no seu trabalho ao final de 2026?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
Todo ano, a gente pensa em como enxerga o trabalho que entrega quando ele termina, e cria uma perspectiva de como ele vai ser. Uma coisa é certa, ele se reinventa, ele amadurece, ele vai ser diferente. Você coloca os seus objetivos em prática, diante da necessidade de impulsionar os seus objetivos e fazer valer as coisas que você faz. É esse tipo de constância que eu quero enxergar quando 2026 terminar, e é isso que eu estou começando a buscar a partir de agora, afinal, não há mais tempo a perder e não há mais desculpas para começar tarde. Esse é um trabalho que já começou, e já está avançando a passos largos, ainda em seu começo.
O impulso que eu busco vem dessa necessidade de ser constante, de fazer acontecer. É buscar novos objetivos, entender o que você quer e o que você sonha. Buscar cada passo que você faz e, principalmente, sonhar. Essa é a revolução criativa que está em curso, é a revolução que começa a dar os seus primeiros passos depois de deflagrada como um manifesto e na base do movimento. E fazer acontecer é o primeiro passo. Entender o que precisa mudar é outro. Analisar faz parte, pesquisar? Muito. Ser analítico? Mais ainda. E o principal, que pouca gente lembra, mas que é fundamental para deixar o meu recado e a minha marca no mundo: incomodar quem precisa ser incomodado.
Tem gente achando que as pessoas não tem memória. A minha está calibrada, treinada e preparada para se transformar em uma arma, a mais poderosa que eu posso ter e apresentar. E é com ela que eu trabalho para poder transformar mentes e conscientizar pessoas. Meu trabalho é um pouco disso e eu tenho consciência daquilo que eu quero fazer e como eu quero fazer. E eu estou preparado para fazer valer esse ano que começa, na certeza de que tudo o que esse mundo precisa, que essa cidade precisa, que as pessoas que fazem essa cidade precisa, é de um pouco de incômodo. Sim, incômodo. Incomodar de verdade, no melhor sentido.
É assim nesse ano que começa e já está avançando. Devagar, muita coisa acontece e muita coisa progride, tudo no seu tempo. E um mês foi suficiente para acontecer muita coisa, e olha que eu escrevi essa resposta num intervalo de dias, acreditando que sim, muita coisa aconteceu, e essa é a constância que eu quero enxergar quando o ano acabar. Num instante, as coisas acontecem, e em outro instante, tudo está pronto e preparado para a maior revolução criativa que eu já fiz. Ela nasce de um incômodo. Um incômodo que eu tenho e que eu quero jogar para aqueles que não se sentem incomodados, mesmo sabendo que o mundo precisa de minha contribuição, pelo menos é nisso que eu acredito.
2025 foi um ano de desafios que foram essenciais para que este ano de 2026 começasse com uma certa tranquilidade. Uma tranquilidade que eu não sentia faz tempo. E eu me preparei para esse momento. Quero construir, quero contribuir, quero fazer acontecer, quero incomodar se for necessário incomodar, e eu sei que vai ser necessário incomodar muito! Porque é o incômodo que me movimenta, o incômodo que me move. É meio estranho dizer que é o incômodo que move aquilo que eu quero fazer, mas é aquele incômodo no melhor significado da palavra. Essa é a constância que eu quero enxergar quando o ano acabar. E pode apostar que tudo vai ser melhor lá na frente.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.












