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A comunicação que nasce espontaneamente

Que tipo de comunicação nasce espontaneamente na cidade?
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Que tipo de comunicação nasce espontaneamente na cidade?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

O que você ouve quando você sai de casa? Quais os ruídos, os barulhos, o que você vê? O que você sente? Quando você olha ao seu redor, você vê os aspectos da cidade e entende que cada coisa está em seu lugar e nada está lá por acaso. Você percebe que a comunicação nasce espontaneamente. Nasce no sentido de surgir como uma forma de expressão propriamente dita, que é própria de quem apenas quer se integrar e quer entender o lugar onde vive e o lugar onde está. Nasce no sentido de ser o maior dos elementos que faz uma cidade ser dinâmica. Ela nasce. Mas não por acaso. Ela existe, e é um elemento fundamental para entender a cidade onde a gente vive.

Mas que tipo de comunicação nasce espontaneamente na cidade? A voz que a gente ouve? O conjunto de vozes que se tornam uma só voz? Os barulhos? Os ruídos? Eles existem para comunicar, alertar, entender, existem para um monte de coisas, é o que faz a cidade ser entendida e não estar em silêncio 24 horas por dia, nem mesmo quando ela dorme. Quando você entende a cidade, você entende o que ela quer dizer, e mais do que isso, você é mais uma entre tantas vozes de uma cidade que quer que a sua voz seja ouvida. Uns até dizem que ouvem a sua voz, mas só fingem, porque quando ela chega, até parece que não entenderam o que você disse.

E quando você realmente ouve a voz da cidade, você entende melhor do que ninguém o que ela quer dizer, como ela quer se expressar, o que nasce espontaneamente de verdade, sem estímulos, sem forçar, sem nada, ela simplesmente nasce espontaneamente, e não tem nada que segure esse ímpeto que a gente tem. A voz mais sincera da cidade é aquela que nasce espontaneamente, de pessoa para pessoa, de casa para casa, de bairro para bairro. A voz que a gente ouve é um elemento fundamental para a memória e a identidade que a gente quer construir, afinal, memória e identidade são coisas que nascem de cada um de nós. Não é uma coisa que simplesmente se impõe.

Comunicação é uma ferramenta fundamental para qualquer lugar onde você vá e onde você passe, e na cidade não é diferente. Por isso, para além de ver por todos os lados os aspectos da cidade, ouvir também é fundamental, falar também, afinal, você é parte ativa da cidade. Você não está aqui a passeio, você não é um hóspede. Não é um mero espectador. Quando eu falo nos meus artigos no site que eu quero viver a cidade em vez de viver na cidade, é sobre isso. Não ser um personagem, não ser um espectador, como eu disse, não ser aquele que só serve para fazer figuração. É ser parte, é ser voz, é ser você.

A comunicação surge de forma espontânea na cidade. A gente ouve, a gente fala, a gente é parte integrante. A gente vive a cidade como protagonista de nossa própria história e da história da cidade ao mesmo tempo. É o que faz sentido para mim. É a missão de entender melhor o que se passa ao meu redor e contar histórias. É assim que a comunicação nasce espontaneamente na cidade. E transforma o modo de contar histórias, como só a gente sabe fazer, mesmo sem perceber que está contando e participando de uma história. Afinal, a sua história faz parte da vida e da identidade da cidade, e isso significa bastante quando você percebe que é fundamental para ela.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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