O momento pede leitura fina do próprio estado. Tem hora que parar não é desistir — é estratégia de sobrevivência e continuidade. Em alguns momentos, eu posso fazer pausas, e nem toda pausa é retrocesso. Todo jogo é dividido em dois ou mais tempos para dar tempo dos jogadores descansarem e recarregarem as energias. E depois disso, o jogo flui em sua normalidade, afinal, a batalha é cansativa.
Toda batalha precisa de uma pausa, afinal, nenhuma batalha foi ganha de uma vez ou em uma luta contínua. Ela pode ser longa, mas tem os seus momentos de pausa. Porque a batalha vai ser cansativa. E é pensando nisso que você precisa se programar para fazer uma pausa de vez em quando, afinal, batalhas desgastam, e talvez isso te incomode, mas faz parte.
Não existe batalha mole de ser ganha, não existe batalha fácil, todas as que você enfrentou foram difíceis. Muito difíceis. Em algum momento você desanimou diante da complexidade das batalhas que você enfrentou? Em algum momento você desanimou? Em algum momento você desistiu? Não, você chegou até aqui porque enfrentou batalhas difíceis. Essa é só mais uma. E você vai conseguir, entendendo o seu limite.
Qual batalha longa se venceu de forma corrida, sem uma pausa? Em algum momento, a gente precisa recarregar as energias, por isso, nem toda pausa é retrocesso. É um recomeço que é constante. Porque uma batalha é feita de várias etapas. Nunca foi ganha de uma única vez. Se não há tempo para descanso, não há tempo para estratégias. E as batalhas que eu enfrento são as mais difíceis possíveis, mas eu não tenho medo, eu vou encarando.
Muitas dessas estratégias de batalha se decidem sabe como, meu amigo? Sim, na base do descanso, da pausa que a gente precisa justamente para conectar as ideias e entender melhor como encarar as batalhas que a gente precisa enfrentar para superar cada desafio que é necessário para essa revolução criativa que eu iniciei e que está em pleno curso. E que precisa atingir o seu fim. Sei onde eu quero chegar e sei o que eu quero atingir.
É sobre isso que eu quero falar com você, da necessidade de pausar no momento certo, é sobre diferenciar pausa consciente de fuga. Às vezes o corpo pede descanso, a mente pede silêncio, o processo pede espaço. Ignorar isso cobra juros depois. Por isso, não ignore os seus limites. Eles existem justamente para preservar você, preservar a sua luta, fazer com que essa batalha dure no tempo certo sem consumir do seu limite.
Aqui o recado é claro: saber pausar é maturidade. Quem não pausa por escolha acaba parando por exaustão. E tudo o que você certamente não quer é se sentir cansado. Batalhas exigem demais de nós, exigem muito suor, mas a gente entende que é necessário respeitar as etapas quando elas vão além do nosso limite. Se você estoura esse limite, a batalha está perdida, e isso é tudo o que você não quer, não é?
Descansar também é seguir em frente de outro jeito. E você vai entender quando chegar o momento. Em uma escalada, a gente precisa parar um pouco e recuperar o fôlego. É assim que você chega no topo, no seu tempo, no seu momento, na certeza de que sonhos que se sonham junto se tornam realidade, dentro dos nossos limites. É desse jeito que eu sigo em frente em busca dos meus sonhos, sabendo parar e continuar.
#31conversas
Todo mês de janeiro tem #31conversas sobre a vida, o começo do ano, planos, muita coisa. Uma conversa por dia durante todos os 31 dias do primeiro mês de cada ano, sem tema, sem nada: não precisa partir de uma pergunta, uma boa conversa já é o suficiente.












